MANIFESTO POLÍTICO DEPOIS DA CHIROCA "Se algo. Alguma coisa. Intensamente me repugna" são sobrancelhas feitas com lápis preto. Sobretudo se assim for feito em baratas ou em poetas femininas já mortas ou em mulheres-palhaço ditas por alguns de aristocrata. Pouco importa! O que importa é "o nojo que sinto até ao vómito" (ricochete que aparece aqui em itálico) dessa esbelta espécie humana – mistura de decadência e atrite de fracos ossos e pele velha. E reparem reparem bem no longo esquecimento na azedura da criatura esquecida que ficou! Unida ao velho das Palomas esse falso rei do Norte - triste e batida saraivada - ei-la já seca meia morta ficou estarrecida com tanta violência que encontrou em poeta alheio! Esqueceu-se do seu corpo enquanto pulava no sofá com as baratas perdidas – essas que procuram o mofo e a aflição sentida! Oh desgraça zelo eterno de ainda com noventa e tais mortes manter viva aqui não me custa ...
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NADA MAIS DO QUE ISSO Rancor de velha - apenas isso! Como se desenhar - ainda que o fosse não era para qualquer um – muito menos para Ela! Retirada ante madrugada da porta sonhada. Logo Ela que nada desenhava nada sabia sobre o desenho! E a prova era o fraco poema feito de claras aspirais de tédio - a prova de pouco brilho - de pouca PENA! Ela que se armara em meretriz que imponha provas (como as putas no bordel) vinha apontar o pensamento claro – esquema - disse ela! – Não fosse ela com esse esquema forjar a ideia para a sua “tão rica” antologia! Bem sabemos! Tudo era a sua mera inteligência – logo ela que recolhia viva centenas de cabeças. E vinha ela – outra tão falsa e velha miséria- ensinar tracinhos paralelos de negro e cinzento ao mestre do desenho? E como cera destilando veneno inveja - vingança não concretizada em pessoa – [ainda que lhe fizesse baixar a nota (Mete-a no Cu!)] escorria feito matéria negra - martelinho da positividade oca - levando rosas de plástico e "P...
Este nobre crítico nascido nas águas douradas do tejo - papá trazendo-o cedo com o babete - preocupa-se em defender minhocas a entrar nas infiltrações da grande Casa do Norte. Oculta-lhe as ervas daninhas do palácio da Podrezia para que a Rosinha possa esticar as rugas das pernas por mais duas horas. Alegra-lhe o crime o espetáculo anónimo desse pobre descendente fraco académico espetáculo há muito depenado e benzido como manta de retalhos para cobrir outro corpo. Bom é acariciar as pedras! Lavradas pelo indesejado negro esse que aconchega velhos assustados. E vós - fragos depenados - tão facilmente depenados - ide entregar o vosso corpo às promiscuidades do negócio alheio. Tudo somente vosso alto encanto! versão das 17.35h ...
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